O artigo discute aspectos constitutivos dos jardins de escultura ao longo do tempo e elege os elementos temporais e espaciais presentes na produção artística atual para construir uma análise panorâmica sobre os acordos e tensões tratados nesta modalidade de colecionismo, essencialmente tridimensional, postulada pela relação entre arte, paisagem e natureza, na contemporaneidade. Seu pano de fundo apresenta questões gerais da vinculação dessas coleções a instituições museológicas ou universitárias, analisadas a partir do fluxo e da convivência.
Palavras-chave: Jardins de escultura. Arte e natureza. Temporalidade e espacialidade em arte. Coleções de arte em jardins.
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